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Trabalho

Qual o Valor de Um Curso de Corretor de Imóveis?

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Atualmente existem cerca de 440 mil corretores de imóveis registrados no CRECI no Brasil. Somente no estado de São Paulo são cerca de 255 Mil Corretores de imóveis e 155 em atividade. Mas você sabe quanto ganha um corretor de imóvel?

Atualmente em média, os valores de corretagem são de cerca de 6% do valor total das vendas. Mas este valor pode ser negociável entre você e a empresa/pessoa que você estiver ajudando na intermediação da venda.

Quanto Custa o Curso Para Se Tornar Corretor de Imóveis?

Sabemos que estudar é um investimento para toda a vida, sendo o melhor e mais seguro investimento que uma pessoa faz. Mas, estudar não é barato, porém, o curso de formação de corretor de imóveis é acessível, diferente de outros tipos de formação.

O Curso de TTI que é responsável por formar um Corretor de Imóvel, varia conforme a instituição que você escolher, a modalidade e o tempo de curso também influencia. Se você é iniciante é um preço, porém se é uma especialização é outro preço.

Em pesquisas rápidas na internet, você irá encontrar alguns parâmetros de valores como por exemplo:

São encontrados cursos baratos por EAD entre cerca de R$150 reais com tempo mais longo de duração e aos presenciais com valores de até R$900 reais e com cursos com menor tempo de duração. Existem também bolsas de estudos que várias instituições cedem.

Quais os Requisitos Necessários Para Exercer a Profissão?

Quais os principais requisitos para atuar como corretor imobiliário?

Ter o Curso Técnico em Transações Imobiliárias – TTI

Como foi dito anteriormente, este curso é o principal para quem quer atuar como Corretor de Imóveis. Sendo este o principal requisito para você conseguir ter o seu registro junto ao CRECI local. Neste curso você irá encontrar as seguintes matérias:

  • Gestão de condomínios e locação de imóveis;
  • Matemática financeira;
  • Arquitetura e urbanismo;
  • Noções de construção e incorporação imobiliária;
  • Questões jurídicas;
  • Como avaliar imóveis.

Ao fazer o curso de TTi você irá aprender sobre estes temas e outros por cima, ou seja, de forma rasa, para você ter noção. Irá aprender as questões essenciais para se formar e atuar como um profissional Corretor de Imóveis de maneira legal como exige a lei do mercado.

Como muitas pessoas que querem entrar neste mercado precisam fazer o curso de TTI e conciliar com seus trabalhos, elas estão optando pela modalidade EAD. Vale lembrar que os cursos EAD são de 3 meses a até 1 ano.

Vale lembrar que na modalidade EAD os preços das mensalidades cobradas são menores em relação aos cursos presenciais. Porém, procure sempre pesquisar, pois os valores flutuam muito. Após concluir o curso, aproveite que os conteúdos estão frescos e corra para pegar o diploma e dar entrada no seu registro junto ao CRECI.

CRECI e os seus custos

O CRECI – Conselho Regional de Corretores Imobiliários é o órgão responsável por fiscalizar e certificar os profissionais atuantes no setor imobiliário. Para atuar neste mercado você terá que se registrar no órgão e terá de dispor de despender os seguintes valores:

  • Pagar o registro para atuação como corretor habilitado, custando cerca de R$ 640;*
  • Pagar R$260,60 para o registro para atuação como estagiário;*
  • Pagar a anuidade de R$1.300.*

* Valores médios cobrados no Brasil até a produção deste texto.

Vale lembrar que dependendo da sua localização e estado de atuação, estes valores poderão sofrer alterações. Sendo assim, recomendamos que procure o site do CRECI local ou telefone para que você tenha real noção dos valores atuais cobrados na sua região;

O Impacto de Especialização em Corretagem de Imóveis

Se especializar é extremamente necessário neste setor, e é um pilar essencial para atuar como um bom profissional no mercado. Principalmente porque o setor anda muito competitivo e com a entrada de novas pessoas que estão se capacitando, está melhorando muito o nível profissional do setor.

Os novos corretores estão procurando ganhar mais e com isso estão procurando se especializar mais em algumas áreas como por exemplo: Marketing Imobiliário, Vendas e Negociações, Áreas Jurídicas e Fotografia para Imóveis.

Sem contar que os novos entrantes estão se especializando em novos meios de atuação e captação de clientes online, trazendo novos consumidores mais exigentes e detentores de conhecimento dos seus direitos.

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Esporte

Botafogo lança projeto de jovens aprendizes e seleciona 15 adolescentes

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Profissionais atuarão em 5 departamentos: RH, marketing, financeiro, jornalismo e jurídico

O Botafogo lançou seu programa de jovens aprendizes e irá dar a primeira oportunidade de emprego para 15 adolescentes, que irão cumprir funções em cinco departamentos na sede de General Severiano: recursos humanos, marketing, financeiro, jornalismo e jurídico.

Aa experiência é liderada por Jorge Braga, CEO do Botafogo, que traz para o clube sua experiência como diretor da 360 Graus, empresa de consultoria especializada em recuperação, transformação e aumento de receitas, assim como de sua passagem por companhias como Nextel, Embratel e Telemar.

“Recebi muitas mensagens e pedidos de jovens para participar dos processos de transformação do clube. Eram diferentes dos pedidos tradicionais de jovens atletas sobre peneiras e testes. Esses jovens queriam ter a chance de juntar futebol e administração dentro da gestão de uma instituição esportiva”, conta o executivo.

“É como se uma nova possibilidade se abrisse para quem ama futebol e quer estudar e fazer a diferença fora das quatro linhas, e foi daí que surgiu a ideia de criar um programa formal de jovens aprendizes aplicados às várias áreas de gestão do Botafogo”, acrescentou o gestor.

Para Leonardo Casartelli, diretor de marketing do empregos.com.br e responsável por um canal exclusivo para orientação de carreiras, a medida adotada pelo Botafogo serve como referência para outros clubes.

“Hoje, já observamos uma mudança de direção dos clubes, indo para uma linha mais empresarial. O Botafogo é um exemplo disso, depois que o clube virou uma SAF. Naturalmente, as pessoas serão cobradas por resultados em cada uma dessas áreas internas, isso pode justificar trazer jovens aprendizes para reforçar essas frentes.”

Buscando aprofundar seus conhecimentos e aprendizados na área escolhida e de que gosta, Yana Gomes, de 19 anos, foi uma das selecionadas e não tem dúvida das experiências que pode extrair durante este ano no clube.

“Trabalho com futebol há dois anos, produzindo conteúdo para as redes sociais. Me matriculei em uma faculdade de jornalismo, conseguindo juntar duas paixões: a comunicação e o futebol. Recebi a oportunidade de vir para o Botafogo, um clube tradicional, e estou muito feliz com a oportunidade de aprender”, disse a estudante.

Com apenas 16 anos, Michel Bastos cresceu torcendo para o Botafogo e com o sonho de estar inserido na rotina do clube, somando e colaborando para a evolução do Alvinegro.

“Ter a oportunidade de trabalhar no time do coração é uma experiência muito boa. Nesta turma, sou o mais novo, então vou buscar muito conhecimento com pessoas com mais experiência e espero amadurecer ao lado de todos. É a realização de um sonho fazer parte de um time mundialmente conhecido e com uma marca forte”, comentou.

Dando continuidade ao projeto de sucesso em parceria com o Senac, o Gerente de RH do Botafogo, Axel Mandarino, está confiante com esta nova fase e entende a importância do programa para o clube.

“Iniciamos o projeto de jovens aprendizes em parceria com o Senac, com duração de 12 meses. A ideia era trazer novas caras e um novo fôlego para o Botafogo durante este processo de transformação. São jovens iniciando suas trajetórias profissionais, muitos deles têm entre 18 e 22 anos de idade. É o pontapé inicial de um projeto de carreiras no Botafogo. Todo o clube será agregado”, explicou Axel.

Casartelli compara a formação desses jovens com a mesma importância das categorias de base de um time de futebol.

“Quando você forma esses profissionais desde cedo dentro do clube, você está preparando o futuro da empresa, assim como o clube tem a categoria de base. Você prepara um jovem que está entrando no mercado de trabalho, para que um dia ele possa ter uma progressão de carreira e um conhecimento aprofundado sobre o clube”, defende.

“Esse é um processo tradicional dentro do mundo corporativo, porque se entende que um funcionário que é moldado dentro de casa, tende a ter um nível de entendimento maior do negócio. O mesmo vale para os clubes, muitas vezes é mais interessante ter um profissional assumindo posições, evoluindo para analista, coordenação e até uma gerência, do que trazer pessoas de fora, que não conhecem a cultura e a tradição da companhia.”

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Trabalho

Prefeitura de João Pessoa seleciona para sete vagas de emprego até sexta

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É preciso ter cursado Ensino Médio completo para concorrer às vagas.
Salários vão até R$ 2.500 para trabalho em Unidade de Moradia Assistida.

Prefeitura de João Pessoa oferece sete vagas de emprego e inscrições vão até sexta-feira (31) (Foto: Dayse Euzébio/Secom-JP)

A Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) abriu nesta terça-feira (28), processo seletivo simplificado para a contratação de sete pessoas para trabalhar, durante um ano, numa Unidade de Moradia Assistida. As vagas são uma para o cargo de coordenador (com salário de R$ 2.500) e outras seis para o cargo de agentes redutores de danos (cada um com salário de R$ 1.250). As inscrições vão até esta sexta-feira (31) e mais informações podem ser obtidas no edital da seleção.

Os interessados devem ter o Ensino Médio completo como escolaridade mínima e irem até a sede da Secretaria de Segurança Urbana e Cidadania (Semusb), que está localizada na Avenida Almirante Barroso nº 677, Centro, munido de currículo resumido, RG, CPF, além de outros documentos que podem ser conferidos no edital da PMJP – publicado no semanário nº 1572.

O processo seletivo terá duas etapas, onde na primeira serão analisados os currículos dos interessados na vaga e, logo em seguida, uma entrevista com os selecionados na primeira etapa. A carga horária de trabalho tanto para a vaga de coordenador quanto para a de agentes redutores de danos é de 40 horas semanais. O tempo de contrato é de um ano e improrrogável; a previsão é que o resultado do processo seja divulgada no dia 5 de maio.

O trabalho da Unidade de Moradia Assistida consta em apoiar projetos sociais que prestam auxílio a pessoas em situação de alta vulnerabilidade social, fazem o uso problemático de drogas; além de promover a ascensão social dessas pessoas por meio da escolaridade, capacitação profissional e promoção de moradia.

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Trabalho

83% dos funcionários preferem modelo híbrido, diz pesquisa

Levantamento realizado com empresas e colaboradores, aponta previsões para o trabalho no pós-pandemia

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O trabalho não pode ser mais visto com uma questão entre remoto e presencial, é o que concluiu a pesquisa realizada pela empresa Nespresso Professional, que em parceria com os institutos de pesquisas da Nestlé, C.Lab, Ginger Strategic Research e Innova.La, investigaram como será o cenário do ambiente de trabalho no pós pandemia.

De acordo com o levantamento, o desafio dos líderes será gerenciar as complexidades do trabalho híbrido. Isso porque, entre os funcionários entrevistados, 83% preferem o trabalho híbrido, modelo que intercala a realização das atividades de forma presencial e home office. Esse dado demonstra que o trabalho totalmente à distância, que ganhou potência na pandemia, não se tornou a preferência das pessoas, mesmo que muitas delas citem vantagens no mesmo, como não enfrentar trânsito, 66%, poder passar mais tempo com a família, 58%, e ter horários mais flexíveis, 38%.

Segundo a Nespresso Professional, isso ocorre porque o trabalho integralmente home office também traz desvantagens aos trabalhadores. Entre elas, a pesquisa descobriu que 72% relatam como um ponto negativo, a diminuição da convivência em equipe, 31% a falta de comunicação, 29% a dificuldade em conciliar as agendas e 13% a falta de estrutura em casa.

As informações, demonstram que por mais que o home office tenha se mostrado um  caminho viável de trabalho e tenha superado as preocupações sobre a diminuição da produtividade, o modelo não deve ser levado com o ideal. Isso porque o mesmo também traz suas complexidades, como o possível acúmulo entre funções domésticas e laborais, e a falta de engajamento que o presencial proporciona, por exemplo. Dessa maneira, a conclusão da pesquisa realizada é que diante da preferência dos colaboradores por um trabalho mais flexível, a saída para as empresas é transformar a cultura organizacional, investindo na digitalização tanto da corporação quanto dos funcionários. 

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