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BFF Girls lança cover de “Wannabe”

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imagem release 1498733 - BFF Girls lança cover de “Wannabe”

Após lançarem sua terceira música autoral “Pode Parar”, o grupo teen BFF Girls, formado por Bia Torres (13 anos), Laura Schadeck (15 anos) e Giulia Nassa (15 anos) lançou na última quarta-feira (7), o cover de “Wannabe”, das Spice Girls. Assista na página oficial da BFF no Youtube.

Lançado em 1996, o hit ultrapassou barreiras e, ainda hoje, a girl band britânica é aclamada pelo público. Para Giulia “Esse sem dúvidas foi o melhor cover que gravamos, é um sucesso! Uma música contagiante e muito completa musicalmente! Nos divertimos bastante nas gravações. Fizemos até referência no estilo de roupa também, quero ver quem vai perceber!”, comentou.

Já para Bia, “É um dos meus covers preferidos. A música é super dançante, o que fez com que o clipe ficasse muito divertido! Enquanto estávamos gravando me senti parte das Spice Girls. Temos certeza que vocês vão amar assim como nós!”.

“É um hit de muitas gerações, alto astral e totalmente pop. Acho que todos os clipes que já gravamos esse foi o mais animado. Espero que gostem! Quem conhece a banda com certeza já dançou muito ao som a música”, completou Laura.

Lançada em janeiro deste ano, “BFF”, faixa que leva o nome do projeto, foi a canção de estreia do trio. O clipe conta a história da amizade de Bia, Laura e Giulia e já passa das 4.1 milhões de visualizações. “Meu Crush” foi a segunda inédita do trio. A canção estreou com vídeo que contou com participação dos atores Guilherme Seta (Crush Bia), Gabriel Santana (Crush Giulia) e Gabriel Moura (Crush Laura). A produção, que se passa em um colégio, onde as meninas dão uma lição nos crushs que as esnobaram, já passa da incrível marca de 37 milhões de visualizações em seu canal. A terceira canção inédita do grupo estreou recentemente, a música “Pode Parar” já tem mais de 4.3M de views e o cenário teve como inspiração a série “Riverdale”.

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Luca Moreira entrevista Dudu Varello de “A Terra Prometida”

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B1 - Luca Moreira entrevista Dudu Varello de "A Terra Prometida"

Conhecido por ter feito o Joca em “Detetives do Prédio Azul”, Dudu Varello iniciou sua carreira em 2012 quando começou a fazer comerciais. Entre os seus sucessos também estão “Pega Pega”, “A Terra Prometida”, “Milagres de Jesus” e a série “Conselho Tutelar”.

Como foi o seu primeiro contato com a arte? Meu primeiro contato com a arte foi desde muito novinho quando acompanhava minhas irmãs que faziam aula em uma agência eu ia ratiando (risos) e ficava olhando elas lendo os textos com o Alexander Zimmer recebi por ele o apelido de Ratinho (risos).

Participante da 10ª temporada do seriado infantil “Detetives do Prédio Azul”, conte-nos quais são as suas experiências para a série e como foi ver os personagens no cinema. A experiência foi ótima e única porque foi a primeira vez que fiz um trabalho ligado ao público infantil e também sempre quis ser um investigador.Foi muito bom assistir os dois filmes do DPA, mas nunca vou esquecer o “DPA 2.O mistério italiano” foi um filme diferenciado que faz as pessoas viverem outros sentimentos.

Recentemente, você se envolveu em um projeto musical ao lado de Lorena Fiori em Minas Gerais. Como foi trabalhar com o coreógrafo Mac Rodrigues durante esse tempo? Foi uma outra experiência fazer esse trabalho porque fiz uma das coisas que mais amo além de cantar e atuar que foi dançar e o Mac Rodrigues e um coreógrafo maravilhoso me ensinou técnicas que nunca vou esquecer.

Uns de seus projetos na televisão foi a novela “A Terra Prometida” da Rede Record. Quais lembranças guarda dos bastidores? O personagem Lagartinho foi um presente de Deus amei fazer o Lagartinho, e ter a sensação de ter vivido naquela época foi muito bom, contracenei com atores Maravilhosos: Nica Bonfim, Fabrício de Assis, Elisângela, entre outros e me divertia em cada cena.

Durante o ano de 2014, você viveu Fabinho na série “Conselho Tutelar” da RecordTV, em que retratava uma criança que sofria com a ausência do pai. Esses casos infelizmente ocorrem muito no Brasil. Qual a importância da mensagem que a série traz para o público em relação ao assunto? Foi chocante fazer essa série estou torcendo para a quarta temporada e uma mensagem muito importante e tenho certeza que essa série ajudou muitas crianças a resolverem problemas de maus tratos.

Como foi participar da websérie “Bora Sonhar”? Foi a minha primeira Websérie gostei muito de fazer o personagem “Davi” ele é um menino orfão, sonhador e tinha o seu maior sonho que era ter uma banda junto com seus amigos e foi uma ótima experiência.

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Luca Moreira e Wanda Grandi relembram época do “Fuzuê”

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A4 - Luca Moreira e Wanda Grandi relembram época do “Fuzuê”

Depois de trabalhar como modelo, atriz, apresentadora, Wanda Grandi está se dedicando a projetos sociais. Após a conclusão do curso de empreendedorismo social “VV thinking” e conhecer o método Lotus, pela Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional, ela viajou para uma imersão no Quênia, na África, ficando dentro do orfanato Irmani. Já no Brasil, através de uma amiga, conheceu o bairro de Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, no estado do Rio de Janeiro. A partir daí, abriu o instituto “Sete Vidas”, onde faz um trabalho com crianças da comunidade.

A vida de glamour deixada para trás, começou aos dez anos, como modelo e acumulou diversos trabalhos para catálogos de lojas, desfiles e comerciais como Duloren, Helmann’s, entre muitos outros. Como atriz, fez participações em séries de TV, filmes e atuou na novela “Sete Pecados”, da TV Globo, onde interpretou a personagem Tamires.

Formada em Jornalismo, Wanda apresentou, por um ano, o “Fuzuê”, um programa, ao vivo, e diário na rádio Transamericana, no Rio de Janeiro. Trabalhou durante três anos como apresentadora dos canais Premiere e Combate, foi correspondente internacional do programa “Passando a Guarda” e uma das três mochileiras na primeira temporada do “Sem Destino”, do Multishow, no qual percorria, de bicicletas, as praias do Nordeste.

Como foi o seu começo na carreira artística? Comecei a modelar bem novinha , com 7 anos de idade. Trabalhei em um agência chamada Fany face e fiz bastante publicidade, como Biotônico Fontoura e Mesbla . Ali surgiu o começo da minha carreira.

O que te levou a querer estudar empreendedorismo social? Sempre foi um sonho. A minha avó Wanda é dona de uma clínica no interior do Nordeste e sempre fez muitos trabalhos voluntários. Passei minha infância toda entregando sopão para a comunidade e participando dos bazares beneficentes que ela fazia. Sempre tive ela como minha maior referência. Sou muito grata por ter nascido e crescido com esse exemplo dentro de casa, de amor ao próximo, de solidariedade, uma avó tão altruísta, que sempre teve dentro do coração a vontade de transformar o mundo. Minha avó aprendeu a fazer parto e atendia de graça as mães sem condições. Ela é meu maior exemplo. Queria estudar para entender melhor sobre empreendedorismo e deixar um legado assim como minha avó sempre fez.

Qual foi sua inspiração para fundar o instituto “Sete Vidas” e quais foram os desafios que encontrou? Maior inspiração foi ela, minha avó .Sempre encontramos muitos desafios pela frente , mas a recompensa, com certeza, é sempre muito maior e gratificante .

Quando foi que o teatro começou a fazer parte da sua vida profissionalmente? Comecei no teatro bem novinha também. Acredito que com 10 anos já fazia meu primeiro cursinho de férias na CAL ( Casa de artes em Laranjeiras) . Sempre gostei de arte.

Como foi participar da novela “Sete Pecados” e qual significado a Tamires tem para você? Foi um sonho e estudei muito para isso. Fiz diversas aulas com a Camila Amada, e a atriz Rosane Gofman também me ajudou muito. Uma experiência linda que vivenciei e guardarei para sempre na minha memória.

O que te fez querer escolher o jornalismo como formação? Sempre fui muito comunicativa , amava conversar e também gostava de TV. Não podia escolher outra profissão. Me encontrei no jornalismo , escrevendo , apresentando , produzindo matérias. Todo jornalista tem a concepção de mudar o mundo algum dia.

Você apresentou o programa “Fuzuê” na Rádio Transamerica. Quais são as lembranças que tem da época e como foi a experiência na rádio? Trabalhei durante um ano na época e foi tão gratificante . Eu interagia direto com o público, conversamos muito. Cada dia era uma pauta interessante, que eu também produzia, dava ideias e participava . A gente acaba aprendendo demais também com essa troca , informação, etc .

Tendo apresentado programas no Premiere e no Combate, conte-nos um pouco sobre esse período na sua vida. Foram 4 anos de muito trabalho. Sempre gostei de assistir luta , me lembro quando abriu vaga para apresentadora. Foi incrível, porque também apresentei o “passando a Guarda” com Jorge Guimarães, o Joinha , e tive oportunidade de fazer backsatge em Las Vegas. Foquei em aprender inglês, aproveitei a oportunidade e estudei 3 meses na UCLA, conciliando estudo e trabalho. Foi um amadurecimento profissional enorme. Não só como apresentadora, mas também como pessoa.

Como era fazer o “Passando a Guarda” no Multishow? Foi a maior oportunidade da minha vida. Amei morar em Los Angeles, aproveitei também para estudar e focar cada vez mais na minha carreira. Aprendi muito. Como convivia com eles, vi como são regrados e como eles abdicavam também de tantas coisas por inúmeras vezes. Certa vez gravei uma matéria com o Gracie , ele acordava todos os dias às 3:30 da manhã para ir a feira comprar frutas frescas e fazer seu café da manhã e almoço para família. Fiquei impressionada com o filho tão novo e com consciência de alimentação. Foi uma experiência que me marcou e que com certeza quero passar para minha família no futuro.

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Luca Moreira entrevista Giulia Gatti, a Lia de “Detetives do Prédio Azul”

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A 3 3 - Luca Moreira entrevista Giulia Gatti, a Lia de “Detetives do Prédio Azul”

Conhecida por interpretar a personagem Lia em “Detetives do Prédio Azul”, a atriz Giulia Gatti, é um sucesso desde pequena. Iniciou sua carreira em 2014, quando fez Rita de Cássia na novela “Em Família” da Rede Globo. Teve participações no “Programa do Gugu” e um especial de páscoa do “Caldeirão do Huck”, e fez parte dos folhetins “Milagres de Jesus” e “A Terra Prometida” na RecordTV. Seu trabalho mais recente na televisão foi na série “Sob Pressão”, também da Globo. Nos cinemas participou de “Trupe de Circo” e “Os Saltimbancos” em 2016, quando atuou com Renato Aragão.

Como foi o seu primeiro contato com o teatro? Foi com 5 anos, no mesmo dia apresentei duas peças uma era de 8 crianças em um orfanato e a outra eu era narradora da peça Chapeuzinho vermelho, foi uma mistura de emoção e felicidade naquele momento me apaixonei pelos palcos e de la para cá foram mais de 15 produções.

Sucesso na televisão e agora no cinema, como foi ver D.P.A indo para as telonas? Sempre fui fã de DPA quando cheguei a primeira vez no set para filmar fiquei enlouquecida pois o elenco os detetives estavam ali na minha frente. A telona é fantástica sem duvidas nenhuma mas desejo que DPA vá para TV aberta para que todas as crianças tenham oportunidade de assistir esse produto incrível.

Ainda sobre o seriado, conte-nos um pouco sobre sua experiência nos bastidores e sobre sua personagem Lia. Me senti bem vontade fazendo a Lia, o elenco, a produção, são maravilhosos, lá tínhamos um espaço chamado beco da idéias, onde só entrava as crianças, ali brincávamos, passávamos o texto, fazíamos fotos, diversão pura.

Durante o seu período na Record, esteve presente em “Milagres de Jesus” e “A Terra Prometida”, ambas novelas que retratavam a Bíblia. Como foi a sua preparação para entrar nessas produções? Bem minha mãe é evangélica e sempre me falava das passagens da bíblia e pude viver aquilo que tinha ouvido ela me contar, foram momentos de aprendizado.

Como foi fazer parte da série “Sob Pressão” na Rede Globo? Sob Pressão foi um presente, um aprendizado, nunca havia estado em uma emergência de hospital, nunca tinha visto cenas com queda, tive dublê, tudo muito novo e com muita adrenalina, aproveitei cada minuto, para aprender, até quando eu não estava em cena queria está no set para não perder nada.

Sua última apresentação no teatro foi na peça “Lololendi” no ano passado. Já existe previsão para uma volta aos palcos? Lololendi é uma produção linda voltada para família e principalmente para os pequenos, eu via as crianças cantando, dançando, recebi muitos videos de crianças sapateando e cantando minha música, ficava explodindo de felicidade. Por enquanto não tenho previsão para os palcos mas quero voltar o mais rápido possível.

Você também fez a webserie “Bora Sonhar” onde interpretou a personagem Clara. Guarda boas lembranças da época da série? A Clarinha era uma menina doce, meiga, que vivia em um orfanato e sonhava em encontrar a mãe que foi interpretada pela Rosana Oliver esposa do cantor Buchecha foram cenas de muita emoção no reencontro ela arrasou.

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Bombando!